Fazenda Santo Antônio

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Segundo o historiador Alan Carlos Rocha, a Fazenda Santo Antônio foi construída em 1855, quando era parte integrante das fazendas denominadas Harmonia, Astréia, Cafundó e Chalé – as três primeiras já demolidas. A fazenda era servida de uma parada de trem através da Estrada de Ferro Bananalense, que fazia o percurso Barra Mansa – Bananal. O mesmo historiador nos conta também que, em Santo Antônio, se realizavam corridas de cavalos, com a presença da fina flor da sociedade barra-mansense do passado (entre 1885-1910). A fazenda chegou a possuir cerca de 200 escravos. Mas infelizmente, esta fazenda que faz parte da história do município se encontra em precário estado de conservação.
Localização: Rua São João Vaida, 137 – bairro Colônia Santo Antônio

Casarão do Clube Municipal

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Localizado ao lado do Parque Centenário, no centro da cidade, este casarão foi construído em 1860, ainda no Brasil Império era uma casa de chácara. Em 1871, pernoitaram neste casarão, a princesa Isabel e seu marido Conde d'Eu, quando estiveram no município para inaugurar a Estação Ferroviária.

Fazenda Santana do Turvo

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Construída em 1826, por Joaquim Manuel de Carvalho (Primeiro Barão de Amparo), foi a maior produtora de café na região. Na época, ocupando uma área de 700 alqueires e possuindo 250 escravos, chegou a produzir, anualmente, 180 mil arrobas de café. Até o advento da estrada de ferro, o café produzido em Santana do Turvo, era levado por barcas pelo Rio Paraíba do Sul até a localidade de Ypiranga, Vassouras, para, deste ponto, ser transportado até a Corte do Rio de Janeiro. A casa-sede, de grandes dimensões, está implantada em um belíssimo sítio arborizado. Os antigos terreiros de café são pavimentados por grandes blocos de pedra.
Possui ampla área, outrora destinada à lida do café, na qual resta ainda um aqueduto para movimentar a roda d’água, algumas construções de apoio e uma capela. Em bom estado de conservação, é um dos bons exemplos da arquitetura rural do século XIX, localiza-se no limite com o distrito de Nossa Senhora do Amparo, está aberta à visitação.

Fazenda da Posse

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A história desta fazenda, fundada ainda no século XVIII, se confunde com a própria história da cidade de Barra Mansa. Pioneira e marco inicial da Vila de São Sebastião da Barra Mansa, teve origem em uma sesmaria, concedida no ano de 1764 pelo vice-rei, D. Antonio Álvares da Cunha (Conde da Cunha), a Francisco Gonçalves de Carvalho. O local escolhido para a edificação da unidade agrícola foi a barra do Rio Barra Mansa, no Rio Paraíba do Sul. Francisco Gonçalves de Carvalho dedicou-se, por cerca de dez anos seguidos, à agropecuária, produzindo além do leite, milho, mandioca e até o anil. Abriu no local um importante pouso para tropeiros porque, ele próprio, empresário do ramo, possuía inúmeras tropas de burros. Os tropeiros, que dirigiam-se para São Paulo e sul de Minas Gerais, acampavam e descansavam, fazendo “pouso” em suas terras. Posteriormente, a Fazenda da Posse foi adquirida pelo português e Sargento-mor José Pereira da Cruz que, junto com seus descendentes e colaterais, prestou serviços à comunidade, consolidou e deu contornos definitivos à fazenda. Segundo o historiador Roberto Guião de Souza Lima, foi construída no ano de 1800, ao lado da casa-sede do então engenho de cana, uma capela sob invocação de São Sebastião e, próximo a ela, um cemitério que continuou ativo até por volta de 1869. Ao redor desta capela se desenvolveu um pequeno povoado. Com a construção da Igreja Matriz de São Sebastião, em lugar mais adequado, distante cerca de 2km para cima, o povoado se “deslocou” para as proximidades da nova capela. O Sargento-mor José Pereira da Cruz, faleceu em 1842, sendo sepultado no próprio cemitério de sua fazenda. A Fazenda da Posse, já em pleno ciclo cafeeiro, passou ao Comendador João Pereira da Cruz, figura importante na historia de Barra Mansa e sucessor do Sargento-mor Pereira da Cruz. Depois foi vendida ao Capitão José Simplicio Ribeiro. Após ter vários outros proprietários, como a Companhia Metalúrgica Bárbara, foram a casa-sede da Posse e 20.000 m2 do terreno, adquiridos pela municipalidade de Barra Mansa, em 1970. Em vias de ruína total, em 1991 toda a área foi entregue ao SESI para a construção do Centro de Atividades Dr. Mário Ramos, com a obrigação de preservação de parte do terreno (cerca de 4.000 m2), que inclui a sede da fazenda, com cerca de 300 m2. Recuperado, o velho casarão abriga hoje o Centro Cultural Fazenda da Posse, administrado pelo SESI/RJ.
Reconstituição da antiga sede.

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1 - Defronte onde se localizava a Cia. Nestlé, se ergueu a Capela de Santa Cecília. Grandes festas foram lá realizadas em comemoração a Santa Cruz dos Bambus. Nos dias 13,14 e 15 de agosto de 1883, as atrações foram: bandas musicais em dois coretos, leilões de prendas, altar com alegorias da festa, um enorme tablado armado defronte a capela para danças diferentes e jocosas, o boneco que faz adivinhações e um espelho que responde perguntas, bandeiras, fogos de artifício, um grande balão, dança do porretinho e dos coquinhos. Detalhe: os festeiros pediam a quem quisesse melhor se acomodar, que levasse cadeiras e bancos.

2 - No dia 7 de fevereiro de 1907, o trem noturno apanhou, na altura do Rio Barra Mansa, um enorme jacaré que ficou preso na grade da locomotiva. Trazido para a cidade, o temível anfíbio foi morto e sua carcaça dividida entre as pessoas do povo, que lhe atribuíam virtudes maravilhosas.

3 - No dia 31 de maio de 1930, em reivindicação da população, inaugurou-se a agência do banco do Brasil na cidade.

4 - Desde a instalação da CSN no 8º distrito de Barra Mansa, até a metade dos anos 50, Barra Mansa era conhecida como a cidade do aço do Brasil. Toda a imprensa se referia dessa forma ao município e, com a emancipação, Volta Redonda, além do território, levou também o título. Entretanto, podemos afirmar que a primeira cidade do aço foi Barra Mansa.

5 - Em 1927, passavam diariamente pela cidade, 23 trens de passageiros. Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro eram os destinos.

6 - Em agosto de 1898, a estação central da cidade, teve um lucro de 23.686$000(vinte e três contos e seiscentos e oitenta e seis mil réis) obtidos em vendas de passagens, bagagens, encomendas, telégrafo, animais, armazenagem e mercadorias. Já a oeste de Minas obteve no mesmo mês, o total de 9.578$600(nove contos e quinhentos e setenta e oito mil e seiscentos réis).

7 - Em junho de 1883, 402 pessoas freqüentaram a Biblioteca Municipal para lerem o seguinte: romances – 228, história – 99, ciências – 25, poesias – 20, teatros – 19, legislação – 5, anaes – 4, agricultura – 2.

8 - De 1876 a 1910, funcionou na cidade a cervejaria Barra Mansa, de Hartz e Griebeler. Fabricava cerveja branca, preta e münchen, além de outras bebidas. Defronte a fábrica, seus proprietários construíram um coreto para apresentações musicais.


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1 - O Cel. José Norberto de Melo, fazendeiro em São João Marcos, teve suas terras desapropriadas pela Light para construção da represa de lajes, com o dinheiro recebido, foi para o município de Barra Mansa e montou a primeira fábrica da cidade, que se chamava Fábrica de Tecidos e Fiação São José, localizada no bairro Estamparia. Como não tinha energia elétrica para mover as máquinas, o Cel. Conseguiu da câmara a concessão para construir uma pequena usina na Fazenda Chalé (km7 da estrada B.M. x Bananal), isso aconteceu de 1911 à 1913. Assim sendo, o Cel. José Norberto além de montar a primeira fábrica, também foi o pioneiro da luz elétrica na cidade.

2 - O primeiro grande desastre na cidade aconteceu em 1906, quando o trem expresso que seguia para São Paulo, caiu no rio Paraíba do sul, no local conhecido como curva das correntes, perto da Dupont. O Rio Paraíba do Sul tinha o triplo do volume de água que tem hoje, e comenta-se que a máquina está até hoje no mesmo lugar, coberta pela areia. Não escapou ninguém no desastre. O trem antes de sair dos trilhos, matou vários jacarés que estavam no leito férreo. Foi um ano de muitas chuvas em Barra Mansa, e no momento do acidente caía uma tempestade.

3 - Funcionou na cidade, até por volta de 1890, o Prado Barramansense, destinado as corridas de cavalos. A fina flor da sociedade local, elegantemente vestida, para lá se dirigia aos domingos, para acompanhar as competições. Tal Prado ficava localizado próximo à parada Harmonia, na colônia Santo Antônio. O trem do ramal bananalense era o meio utilizado para chegar ao local.

4 - Em 17 de março de 1907, foi inaugurada, com pompa e circunstância, a iluminação pública a gás acetileno na avenida Joaquim Leite.

5 - O quadro a óleo, com a figura do Dr. Adolfo Pereira de Burgos Ponce de Leon, existente no plenário do palácio barão de guapy, é de autoria do pintor Rodolfo Amoedo. O pintor foi contratado graças a uma subscrição popular, que arrecadou a quantia para o pagamento do artista. A preciosa obra foi recebida pelo povo de Barra Mansa, na estação, ao som da banda de música e foguetório.

6 - Funcionou durante muitos anos em Barra Mansa, na avenida Joaquim Leite, nº10, uma grande fábrica de charutos, que abastecia toda a nossa região. Nossos “puros” eram de excelente qualidade, e seus degustadores proporcionavam bons lucros ao proprietário que era nada mais, nada menos que o bondoso religioso Monsenhor Lustosa.

7 - No passado, a festa de São Sebastião era realizada no mês de junho, juntamente com Santo Antônio, São João e São Pedro. Isso quer nos parecer que não havia uma data fixa para o nosso Padroeiro, até ser escolhido através de lei municipal, o dia 20 de janeiro para homenageá-lo.

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1 - Certa vez, ao tomar um empréstimo em um banco local e não tendo outros bens a oferecer como garantia, resolveu a prefeitura avalizar tal empréstimo com o cemitério da cidade. O banco aceitou, e o crédito foi concedido.

2 - Circulou por um bom tempo em Barra Mansa um jornal que tinha o título de “cartão postal”. O curioso é que seu proprietário era uma criança de apenas 8 anos de idade. Seu nome era Renée Salgado, e ele participava ativamente da vida do jornal, entrevistando pessoas e escrevendo artigos.

3 - O Dr. Washington Luiz Pereira de Souza, que foi presidente do Brasil, iniciou sua carreira em Barra Mansa, como promotor de justiça, isso em 1892.

4 - Por volta de 1880 havia a dois quilômetros do centro da cidade, uma bela fazenda denominada de “Fazenda da Cutiara”, seu proprietário era o Domingos Fernandes da Costa.

5 - O mais antigo quadro a óleo existente na pinacoteca do palácio barão de guapy é o do notável brasileiro D. Pedro II, está lá desde 1861. Já o quadro do fundador de Barra Mansa, Custódio Ferreira Leite, foi doado em 1903 por sua sobrinha neta.

6 - Em 1875 funcionava na rua da misericórdia (atual Pinto Ribeiro), ao lado da ponte, uma grande olaria do espanhol Francisco Bento Conde. Os tijolos e telhas que fabricava, eram famosos em toda a região.

7 - Em 1890, descobriu-se na Fazenda Paraíso, em Floriano, um grande lençol da melhor água mineral. Vários anúncios foram publicados nos jornais do Rio de Janeiro, noticiando o fato e oferecendo o local à exploração. Está assim explicado o porquê da vinda do Marechal Floriano Peixoto para a fazenda, onde faleceu.

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1 - De 15 a 30 de junho de 1885, estavam presas na cadeia de Barra Mansa 29 pessoas pelos seguintes motivos: por vagabundagem, por fuga (escravos), por sedução de escravos, por desordem, por embriagues e por andar fora de horas.

2 - A primeira fazenda a adotar maquinário na aragem das suas terras, foi a fazenda sertãozinho, de propriedade do Cel. Quintino José de Medeiros, isso foi em 1906.

3 - A primeira ponte construída em Barra Mansa foi a ponte sobre o rio Bananal, no ano de 1841.

4 - Onde hoje está localizada a oficina da antiga rede mineira de viação já foi o cemitério da cidade. Muitos barramansenses foram lá sepultados. O cemitério funcionou até outubro de 1869.

5 - Em 1º de setembro de 1918, inaugurou-se o novo edifício da Santa casa da cidade. Foi uma reforma total, nada mais restou da antiga casa, que havia sido inaugurada em 1860.

6 - População de barra mansa por períodos:
1824 – 1.800 habitantes, 1829 – 2.200, 1880 – 28.702, 1897 – 28.300, 1920 – 22.404, 1935 – 25.327, 1950 – 34.916, 1960 – 63.000, 1970 – 102.000, 1986 – 154.000, 1991 - 161.000, 1995 – 180.000, 2004 – 168.000, 2009 - 200.000

7 - No dia 6 de julho de 1930, era inaugurado no teatro Éden o cinema falado, graças ao espírito empreendedor do capitão Esperidião Geraidine. O aparelho vitafone movietone, foi adquirido por dezenas de contos de réis, e Barra Mansa foi a primeira cidade do Sul do estado a ter essa maravilha da cinematografia. O filme que estreou a aparelhagem foi “Hollywood Revue”.

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1 - O parque centenário quase desapareceu na década de 30. As tropas legalistas lá deixavam seus cavalos, transformando-o em verdadeira estrebaria. Contra tal fato se insurgiu o jornal A Gazetinha, com sucessivas reclamações na primeira página. Assim, mesmo após a derrubada de algumas árvores, nosso velho parque foi salvo.

2 - Em recente pesquisa realizada no Fórum da cidade, o historiador Alan Carlos Rocha encontrou, em perfeito estado de conservação, o mais antigo documento da história de Barra Mansa; a carta da sesmaria concedida a Manuel Marcondes do Amaral, em terras onde seria edificada a Fazenda Bananal (mais tarde a Fazenda do Banco). O documento foi assinado no dia 13 de março de 1800, pelo vice rei do Brasil D. José Luiz de Castro, o conde de Resende.

3 - O primeiro professor de Barra Mansa, foi o Sr. José da Costa Ferreira, que já em 1845 lecionava em uma escola de primeiras letras situada próximo à igreja Matriz de São Sebastião.

4 - A pena de morte no Brasil funcionou desde o Brasil colônia até o fim do Império. Em barra Mansa, a forca ficava localizada num lugar denominado de “bambus” (local onde funcionou a Cia. Nestlé). A forca foi acionada somente uma vez, por volte de 1840. O condenado foi um escravo, e o carrasco que executou a sentença chamava - se Fortunato José. Exerceu sua hedionda função em muitas outras cidades. Ele mesmo fora condenado à morte em 1832, em Ouro Preto MG, mas trocou sua condenação pela condição de executar os sentenciados.

5 - “Pittisburg Fluminense”, assim era conhecida Barra Mansa, entre os anos 30 e 50. Isso em função do cartel de indústrias que havia na cidade. Destacando-se a Cia. Siderúrgica Nacional, o Moinho Barra Mansa, a Cia. Nestlé, a Dupont do Brasil, a Eletrometalurgica Saudade e a Cia. Metalúrgica Barbará.

6 - Em 1860, a água vinha das Abelhas (hoje vila Independência), até o buraco quente, onde existia uma caixa. As manilhas eram de barro e importadas da Inglaterra.

7 - Onde está o Asilo das Órfãs, existia um casarão que foi construído por escravos, em 1852 e comprado por Francisco Joaquim Nogueira, mais tarde pertenceu a Cecília Monteiro de Barros.

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1 - Em frente à antiga Nestlé existia um chafariz de ferro importado da Inglaterra, todo ornamentado.

2 - Havia um barco que tinha capacidade para levar 800 arrobas de café e outros produtos. Subia o rio Paraíba do Sul com os produtos, mas somente a tarde, aproveitando o vento.

3 - O nome Buraco Quente, local de acesso a UBM, surgiu pelo fato de ali existir uma mina d’água. Como a água era pouca, formavam-se longas filas e os escravos aproveitando o tumulto, brigavam para apanhar água. Ali também acontecia vários tipos de jogos e vícios. Devido as constantes brigas, passou a ter o nome de “buraco quente”.

4 - Onde está localizado o edifício Hong Kong, existia um grande bazar. Isso em 1880, era o maior prédio da cidade e tinha três pavimentos, e em frente havia três enormes árvores, onde os fazendeiros amarravam seua cavalos.

5 - O primeiro casamento de pessoas livres, foi realizado na igreja Matriz em 11/06/1825, e o primeiro batizado foi em 11/07/1825.

6 - O primeiro casamento de escravos foi em 11/07/1825, e o primeiro batizado de escravos aconteceu em 28/01/1826.

7 - Onde é hoje o Parque da Cidade, era um depósito regulador de café, onde no governo de Washington Luiz, foram queimadas grande quantidade de sacas de café.

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1 - Até 1910, a iluminação era a base de lampiões e querosene, eram limpos de dia e acesos à noite. Os postes, importados da Inglaterra, ficavam no meio da rua, e iam desde a antiga Igreja de São Benedito até o cemitério.

2 - Onde hoje é o banco Itaú, ao lado da Matriz, existiu um grande solar que abrigou a Escola Normal, criada em 1896, depois abrigou o Grupo Escolar Fagundes Varella, e depois o Fórum da cidade.

3 - Em 1878, viviam em Barra Mansa 11.400 escravos, já em 1888, esse número era de 11.500, no distrito sede havia 7.800.

4 - Um riquíssimo fazendeiro chamado Antônio Zuza, tinha um barco que navegava pelo rio Bananal, até suas fazendas, era um barco muito comentado por sua beleza.

5 - O primeiro grande roubo em Barra Mansa, se deu com o carro pagador da central do Brasil, próximo à Cia. Dupont do Brasil. Os ladrões colocaram dormentes sobre os trilhos. Todo o dinheiro foi levado e até hoje nada foi descoberto. Vários operários foram suspensos, e um deles foi considerado o principal suspeito, foi convidado a retornar ao serviço, mas se recusou e acabou na miséria.

6 - O primeiro calçamento de paralelepípedo foi da igreja Matriz até o Hotel Careca. A rede de esgoto corria a céu aberto. A limpeza ocorria de madrugada, por varredores que jogavam os detritos numa valeta que ia da estação até o rio Paraíba.

7 - Em 1860, Barra Mansa foi o maior produtor de café do país.

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1 - Antônio Rocha, Francisco Transmontano e Dr. Sampaio foram os idealizadores e construtores da estrada de ferro Barra Mansa – Catalão.

2 - A rua Eduardo Junqueira era inteira calçada com pedra macaco (pedra inteira, colocada em pé), pedras essas que foram tiradas retiradas da rua Rio Branco.

3 - Francisco Carlos, considerado o rei do café em Barra Mansa, tinha as fazendas Cutiara, Cutiarinha, Chalé, Santo Antônio, Santa Catarina, Cafundó, Santa Luzia, Santa Isabel entre outras.

4 - Na década de 30, Barra Mansa foi o maior produtor de leite do país, com 500 mil litros, e em 1962 esteve em quarto lugar no mundo.

5 - A ponte férrea sobre o rio Paraíba do Sul foi construída em 1895, com dinheiro do Sr. Antônio Rocha.

6 - O terreno onde hoje é o bairro Roberto Silveira, conhecido como várzea das oficinas, pertencia a Dona Rosa, que mais tarde vendeu para Antônio Rocha, que ali construiu a oficina e depósito de sua estrada de ferro.

7 - As pedras da escada da igreja Matriz, vieram da fazenda Cascata, que foi demolida na época.

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1 - No km 5 da estrada que liga Barra Mansa à Bananal, foi devastada uma grande floresta, sendo derrubado um jequitibá, cujo tronco tinha uma circunferência de cinco metros. No local foi construído um chiqueiro para porcos.

2 - Barra Mansa Futebol Clube, foi o primeiro time do país a se profissionalizar. Isso ocorreu entre 1925 e 1927.

3 – O antigo Hotel Careca, foi a residência do Dr. Pinto Ribeiro, uma mansão na época, a fachada era revestida de azulejos importados da Inglaterra, com um enorme portão de ferro, com duas cruzes de mármore decorativas; havia também uma linda pintura a óleo denominada “uma fazendinha na Normandia”.

4 – A estrada de ferro Bananalense, construída em 1883 com dinheiro do Dr. Moitinho, servia para transportar o café retirado das suas fazendas Resgate e Três Barra. O ponto de partida dessa estrada de ferro era no bairro Saudade em Barra Mansa.

5 – Os hotéis mais antigos da cidade eram: Hotel Careca, Hotel da Estação e o Hotel Simas, que já funcionava em 1861.

6 – Onde hoje se encontra a Igreja Sagrado Coração de Jesus, no bairro Ano Bom, existiu uma Fazenda chamada Ano Bom, construída no início do século XVIII, pelo Coronel Custódio Ferreira Leite. Mesmo a fazenda tendo um grande valor histórico para a cidade, ela foi demolida pelas picaretas do progresso.

7 – A rua Barão de Guapy, chamava-se rua do Catumbi, pois em tempos idos era habitada por escravos. Era também chamada vulgarmente de rua da palha, pois as casas eram cobertas de sapê.

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1 - O Monsenhor Lustosa, morreu ao pronunciar a palavra esplendor, quando pregava para uma multidão, trazendo grande tristeza para a população. Esse fato aconteceu em 1901.

2 – O Sr. Luiz Ponce tinha um carro de luxo que era puxado por dois burros iguais, com guizos enfeitados. O cocheiro ficava na frente de uniforme e a família ficava atrás, e no centro havia um grande guarda chuva para sua proteção.

3 – A construção da Igreja Matriz, teve seu início por volta de 1829, sendo concluída somente em meados de 1857. Construída em terras doadas pelo Coronel Custódio Ferreira Leite, o Barão de Aiuruoca.

4 – Ainda quando Barra Mansa era apenas uma vila, nas margens do rio Paraíba do Sul, havia grandes armazéns, bazares, vendas e ranchos; eram bastante freqüentados, com próspero comércio e vida de intensidade crescente.

5 – Em 1851, teve início o registro civil de nascimento e óbitos.

6 – Por volta de 1840, Barra Mansa possuía três chafarizes, que foram importados da Inglaterra, o mais célebre dos chafarizes ficava no largo da Matriz, o segundo ficava na esquina da rua Barão de Guapi, e o terceiro chafariz se localizava na rua Jansen de Melo.

7 – Em 1871, com a presença do Sr. Conde d’Eu, a estação ferroviária central de Barra Mansa foi inaugurada. Isso marcou uma nova época para o município.

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1 – A primeira caixa d’água, foi construída em 1869, para melhorar a distribuição de água para a população. Localizava-se na rua detrás da Igreja Matriz. Uma segunda caixa d’água foi construída em 1877, na rua Rio Branco, para isso foi acrescido o primeiro encanamento de água do município.

2 – A iluminação elétrica chegou ao município somente em 1922, por contrato feito com a Light and Power.

3 – A instrução pública, em 1885, era ministrada em 5 escolas, freqüentadas por 173 alunos.

4 – A escola Vieira da Silva, foi a primeira escola noturna de alfabetização de adultos da América Latina, começou a funcionar no dia 19 de maio de 1887.

5 - O primeiro jornal foi "A Aurora", que surgiu no ano de 1870, fundado e dirigido por Antônio Leite Ribeiro de Almeida.

6 - Em 1901, o município exportou 4.876.308 quilos de café.

7 - A primeira revista que apareceu na cidade foi o "Cartão Postal", em 1915.

Cidade dos Barões do Café

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BARÃO de AIURUOCA
Nascido em São João del Rei, MG, em 03/12/1782 - Bacharel em Direito, Fazendeiro, Capitão-mor, Major e Coronel da Guarda Nacional; por Decreto de 14 de maio de 1855, recebeu do Imperador D. Pedro II, o título de Barão de Aiuruoca, pelo seu desprendimento em prol do desenvolvimento do Vale do Paraíba, construindo estradas, escolas, templos e monumentos; fundou Barra Mansa; construiu as Catedrais de Barra Mansa, Areal, Conservatória, Valença, Sapucaia, Mar de Espanha e Vassouras; Deputado Provincial de Minas Gerais. Fixou-se com a família, criados e escravos nas margens do Rio Paraíba, tendo plantado café. Para facilitar a independência administrativa, doou não somente os terrenos em que deveria ser erigida a Vila de Barra Mansa, como também reservou grandes áreas, nas proximidades destinadas a serem oferecidas gratuitamente aos colonos que nelas desejassem se fixar e assim, em 03/10/1832, foi criado o município de Barra Mansa, fundado por ele e por seu irmão, Joaquim Leite Ribeiro. O Coronel Custódio Ferreira Leite, faleceu na fazenda Louriçal em 17 de novembro de 1859 e em 1959, os seus restos mortais foram transferidos para o cemitério de Nossa Senhora das Mercês, na Cidade de Mar de Espanha, MG. Foi uma das mais lendárias figuras do Vale do Paraíba.

1º BARÃO de RIBEIRO de ALMEIDA
Joaquim Leite Ribeiro de Almeida, foi agraciado com o título de primeiro barão de Ribeiro de Almeida em 1887. Fundou Barra Mansa junto com seu irmão, Custódio Ferreira Leite, Barão de Aiuruoca. A principal rua de Barra Mansa leva o seu nome. Foi um dos grandes administradores da cidade. Era casado com Maria Francisca de Almeida.


BARÃO e VISCONDE de BARRA MANSA
O barão e visconde de Barra Mansa foi João Gomes de Carvalho, que nasceu em Amparo, distrito de Barra Mansa, em 10 de Abril de 1839 e faleceu em 26 de Abril de 1899, solteiro. Ele era filho de Manuel Gomes de Carvalho primeiro barão do Amparo e de Francisca Bernardina Leite de Carvalho. Era irmão do segundo barão do Amparo Joaquim Gomes Leite de Carvalho, e do barão do Rio Negro,Manuel Gomes de Carvalho. Era proprietário e fazendeiro no município de Barra Mansa, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Conceição de Vila Viçosa em Portugal. Título de Barão concedido em l867, e de Visconde, com honras de grandeza, concedido em l868.



BARÃO de SANTA ALDA

O Barão de Santa Alda (foto), foi Lucas Antonio Monteiro de Barros, fazendeiro em Barra Mansa, RJ. Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo de Portugal. Neto do Visconde de Congonhas do Campo. Casou-se com sua prima Alda EugêniaMonteiro de Barros - baronesa de Santa Alda - falecida em 08 de maio de 1869, na Fazenda do Fim do Mundo em Muriaé.

BARÃO de AMPARO

O barão de Amparo, foi Manuel Gomes de Carvalho, que nasceu na quinta de seus pais em S.Thiago de Amorim, em Braga, Portugal aos 21 de Fevereiro de 1788 e faleceu em Barra Mansa RJ aos 25 de Maio de 1855. Era filho de Mathias Gomes de Carvalho e de sua mulher Josepha Martins de Carvalho. Casou-se com Francisca Bernardina Leite de Carvalho, que faleceu aos 15 de Outubro de 1875. Eram pais do barão do Rio Negro, do segundo barão do Amparo e do visconde de Barra Mansa. Veio para o Brasil com 13 anos de idade. Tornou-se próspero fazendeiro e grande capitalista na Província do RJ. Foi ten.-cel. do Corpo de Cavalaria das Milícias e Comendador da Imperial Ordem de Cristo. Obteve da Coroa Portuguesa uma sesmaria de terras localizadas às margens do Ribeirão do Turvo. Nessas terras fundou duas importantes fazendas, Santana do Turvo e Criciúma, que em pouco tempo tornaram-se grandes produtoras de café. Foi agraciado com o título de Barão de Amparo em 1853.





2º BARÃO de AMPARO
O 2º barão de AMPARO (foto), foi Joaquim Gomes Leite de Carvalho, que nasceu em 17 de Abril de 1830, no distrito de Amparo em Barra Mansa. Viveu em Vassouras, no estado do RJ. Era filho de Manuel Gomes de Carvalho, 1º barão do Amparo e da baronesa Francisca Bernardina Leite de Carvalho. Casou com Amélia Teixeira de Carvalho. Era irmão do visconde de Barra Mansa e do barão do Rio Negro. Proprietário e capitalista, residente em Vassouras.
Foi agraciado com o título de 2º Barão de Amparo em 1867.



BARÃO de GUAPI
O barão de GUAPÍ foi Joaquim José Ferraz de Oliveira que faleceu em Barra Mansa, no dia 21 de Novembro de 1893, com 81 anos de idade. Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional, prestou relevantes serviços durante a guerra do Paraguai. Exerceu vários cargos eletivos e foi Presidente da Câmara Municipal do Estado do RJ. Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa. Foi proprietário da Fazenda do Ribeirão Frio em Dorândia, distrito de Barra do Piraí. Militou na política, filiado ao Partido Conservador. Foi Juiz de Paz de Barra Mansa (1849-1853, 1873-1877), Vereador (1857-1881) e Presidente da Câmara Municipal (1881-1875), ocasião em que promoveu a construção da praça municipal. Casou-se com Delfina Ferraz de Oliveira, Baronesa de Guapi, sem geração.
Foi agraciado com o título de Barão de Guapi em 1861.

BARÃO do RIO NEGRO
O barão do Rio Negro foi Manuel Gomes de Carvalho que nasceu em 27 de Abril de 1836, em Amparo, distrito de Barra Mansa, e faleceu em Paris em 27 de Dezembro de 1898. Era filho de Manuel Gomes de Carvalho, 1º barão de Amparo e de Francisca Bernardina Leite de Carvalho. Casou em 7 de Janeiro de 1857 com Emilia Gabriela Teixeira Leite de Carvalho, sua sobrinha. Era irmão do 2º barão de Amparo e visconde da Barra Mansa. Foi proprietário da Fazenda Crissiuma, localizada no distrito de Amparo.

Estações Ferroviárias

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Estação Histórica, no centro da cidade - Em meados do século XIX, Barra Mansa era um centro de serviços e comercialização das prósperas fazendas de café. O crescimento da antiga vila e a elevação em 1857 à categoria de cidade estão diretamente ligados à produção cafeeira. A inauguração da ferrovia assinala uma nova etapa da história urbana não somente pela agilidade de escoamento da produção agrícola, mas também pela maior facilidade de comunicação com os outros núcleos regionais e com o Rio de Janeiro. Mesmo depois do declínio da cultura do café a ferrovia ajudou a definir nova vocação industrial que se mantém até hoje em Barra Mansa. A antiga estação inaugurada em 1871 representa assim um marco histórico no desenvolvimento da cidade. Foi inaugurada pela princesa Isabel e pelo conde d’Eu. O núcleo da construção de alvenaria convencional tem planta retangular e dois pavimentos. O aspecto mais notável é a estrutura de ferro da cobertura da plataforma de embarque. Com a desativação da estrada de ferro o edifício ficou abandonado e chegou a incendiar- se. Hoje, tombado pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro, o prédio abriga o Centro Cultural Estação das Artes.

2º Estação Histórica, que existia no centro da cidade.
A estação de Barra Mansa foi aberta em 1897 pela E. F. Oeste de Minas ao lado da estação do mesmo nome no ramal de São Paulo da Central do Brasil. Mais tarde tornou-se parte da Rede Mineira de Viação, que corta o município com sua linha-tronco, vinda de Goiandira, em Goiás, até Angra dos Reis, no litoral fluminense. A estação atual da FCA foi construída em 1960.

Estação Ferroviária, bairro Saudade - A estação de Saudade foi aberta em 1883, era um ramal entre Bananal e Barra Mansa para escoar a produção de café. A estação fazia parte do ciclo do café no final do século XIX. O café que chegava ao porto Esperança no mesmo bairro, era levado para a estação que era transportada para o Rio de Janeiro. O ramal foi desativado em 1964, e a construção histórica deixou de existir, o que restou no local foram ruínas deixadas pelo incêndio que ocorreu em 2002 na última estação construída.
Estação Ferroviária, Pombal - A estação de Pombal foi inaugurada em 1874, com esse nome por causa de uma fazenda ali próxima. Fica hoje espremida entre a via Dutra e o rio Paraíba, bem próxima aos dois e também à fábrica da DuPont e à Vila Cantagalo. Está totalmente descaracterizada, serviu como moradia até algum tempo atrás, hoje está abandonada; aparentemente, a retificação dos trilhos levou à destruição de parte da plataforma.
Estação Ferroviária, Antônio Rocha - A estação ferroviária do distrito de Antônio Rocha foi inaugurada em 1897 pela EFOM, e atualmente está abandonada.
Estação Ferroviária, bairro Vista Alegre - A estação da Vista Alegre foi inaugurada em 1920. O prédio hoje existente, abandonado, certamente não é o original. A estação mudou de nome para Anísio Braz provavelmente nos anos 1970.
Estação Ferroviária, distrito de Rialto - A estação de Rialto foi inaugurada em 1883, passava por ela a linha da ferrovia que partia da estação de Saudade, no ramal de São Paulo da então E. F. Dom Pedro II. Fechou com a ferrovia, em 1964. Hoje não há nenhum vestígio da estação.
Estação Ferroviária, distrito de Floriano - A estação foi aberta em 1872, e antes de ser denominada Floriano, teve o nome de Passa Vinte, e mais tarde Divisa. Foi desativada em 1968 com a entrada em operação da variante Resende - Barra Mansa. Em seu lugar construiu-se não muito longe dali, na variante, a estação de Floriano – nova, já no município de Resende. Atualmente foi invadida e serve de moradia.

Ponte Ataulfo Pinto dos Reis

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Com 51 anos de idade, a "Ponte dos Arcos" é um dos mais belos cartões postais da cidade. Foi construída e inaugurada no mandato do prefeito Leonísio Sócrates Baptista, que atendeu reivindicação dos moradores do bairro Ano Bom. O governo do estado do Rio custiou toda a construção da ponte, pois o estado tinha uma dívida à quitar com o município. Inicialmente a ponte teve o nome de Salo Brand, em homenagem ao então prefeito de Campos, que intermediou a negociação entre o governo e a prefeitura. Em julho de 1968, o então prefeito Marcelo Drable publicou deliberação mudando o nome da ponte para o atual.

Distrito de Antônio Rocha

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O distrito de Antônio Rocha é o 5° distrito do município de Barra Mansa. Conhecido pelo nome de Casa Branca até sua elevação à condição de distrito no ano de 1993, tem sua economia baseada na criação de gado leiteiro, possuindo ainda vários sítios e fazendas de veraneio. Está situado as margens da RJ-155, a aproximadamente 15 quilômetros da sede do município, próximo à divisa com Rio Claro. Devido à infraestrutura precária e as dificuldades de investimento por parte da prefeitura de Barra Mansa, alguns movimentos pró-anexação deste distrito à cidade de Volta Redonda, cujo bairro Roma lhe é vizinho.
Igreja da Imaculada Conceição de Antônio Rocha
Estação Ferroviária - A estação foi inaugurada em 1897 pela EFOM. Está abandonada.
Fazenda Três Barras - A Fazenda ainda mantém sua sede original feita em pau-a-pique. Guarda em seu interior alguns objetos antigos que retratam o período cafeeiro. A fazenda localiza-se em Ataulfo de Paiva, localidade do distrito de Antônio Rocha em Barra Mansa. Antigamente 50 famílias viviam em torno da fazenda, onde também havia uma pequena venda, uma capela e uma estação ferroviária, por onde escoava o café. Hoje, não há vestigios da capela e nem da estação ferroviária, restando apenas a fazenda, a venda, e poucas pessoas que dedicam-se à pecuária.

Cachoeira do Salto

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Com 12 metros de queda, esta bela Cachoeira, desconhecida por muitos, localiza-se no distrito de Floriano. Esta boa opção para se refrescar no verão, fica 17km distante do centro de Barra Mansa, passando pela via Dutra, e para os aventureiros e bikers da região, há outra opção de estrada, são 30 km de estrada de terra passando pelo distrito de Rialto.

Antigo Fórum da Cidade

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Localizava-se ao lado da Igreja Matriz de São Sebastião, um dos mais belos sobrados que fizeram parte da história de Barra Mansa, foi construído pelo então governador Fluminense Dr. Francisco Portela, que tinha como vice o comendador Joaquim Leite. Em 1896, nele se instalou o recém criado educandário "Escola Normal e Liceu". Em 1901, recebeu o nome de "Grupo Escolar Honorato de Castro". Em 1912 teve seu nome mudado para "Escola Complementar Fagundes Varela". Mas, após a inauguração do Grupo Escolar Barão de Aiuruoca em 1948, o prédio passou a abrigar o Fórum da cidade, permanecendo até meados de 1970, quando na gestão do prefeito Marcelo Drable, o prédio foi trocado por um terreno na rua República do Paraguai. O novo dono do histórico sobrado, o vendeu para o Banco Itaú, que fez sua demolição e construiu no local uma das suas agências bancárias.

Capela de São Benedito

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A capela de São Benedito teve a sua construção iniciada em 1878, com pequenas esmolas que o reverendo Vigário José Martins Pereira de Barros, de saudosa memória, recebia e aplicava sob sua fiscalização. "Havendo ele falecido, ficou a obra inacabada, e nem era possível prosseguir por não existir irmandade constituída daquele santo", disse o monsenhor Lustosa. Mas em 1895, a obra foi reiniciada pelos devotos de São Benedito, e a conclusão da capela se deu em 1900. Hoje, no local onde existia a bela Capela, se encontra o Edifício Benedictus.
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Prédio da Prefeitura Municipal

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O Prédio da Prefeitura Municipal de Barra Mansa, antigamente era um moinho de farinha da Companhia Fluminense S.A . Sua Construção data da primeira metade do século XX, por volta de 1930. As linhas da R.F.F.S.A., passavam por dentro do moinho, onde os vagões eram carregados de farinha, com destino a diversos locais. Ficou posteriormente desativado e o moinho funcionava como representação da sede Moinho Fluminense S.A. Foi através da Lei nº 1703 de 23 de setembro de 1983 que o então Prefeito Luís Amaral tornou realidade a permuta entre o antigo prédio do Fórum e o prédio do antigo moinho. Com a inauguração do Centro Administrativo Luís Amaral, em 16 de março de 1984, a Prefeitura procurou facilitar o trabalho do poder executivo, centralizando todos os setores. O prédio possui partido arquitetônico vertical, planta retangular, cinco pavimentos iguais, cobertura e caixa de escada mais alta, em destaque, criando um movimento na volumetria da edificação. Rua Luís Ponce, 263/265 - Centro.

Fazenda Vargem Grande

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Localizada no distrito de Amparo, a fazenda Vargem Grande, teve sua primeira sede construída em 1863, época em que o café estava no auge, mas infelizmente, depois de viver tempos de glória, a fazenda foi abandonada, e sua sede desabou no fim dos anos 90. Uma nova sede foi construída no local, mas sem nenhuma característica da anterior.

Igreja Matriz de São Sebastião

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Em terreno doado pelo Cel. Custódio Ferreira Leite, teve início em 1820, a fundação do Largo da Vila, depois chamado Largo da Matriz. O início da construção da Igreja Matriz data de 1839, pelo capitão Antônio Marcondes do Amaral. Em 1859, é concluída pelo tenente Manuel Carlos de Barros. Passou por inúmeras reformas, sendo as mais significativas a de 1939, ano de seu primeiro centenário, quando foram reparados o assoalho e a pintura, e a de 1959, que alterou significativamente a sua forma, interna e externamente. Por volta de 1880, o largo da Matriz foi ajardinado pelo francês Auguste Gamier. Em 1893, novas reformas no largo da Matriz foram inauguradas, com a presença do bispo do Rio de Janeiro. Em 1911, registra-se a construção de dois caramanchões de ferro. Dois caramanchões, todos iluminados, nos quais as bandas de música passaram a exibir-se aos domingos e feriados... Em 1907 foi adotado o nome de Praça Ponce de Leon. Em 1931, o prefeito Izimbardo Peixoto fez novas reformas, colocando fontes luminosas. Em 1934, o mesmo prefeito inaugurou o Obelisco do Trabalhador, que infelizmente não existe mais.


Palácio Barão de Guapi

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Até 1836, a Câmara Municipal não possuía prédio próprio, funcionando em uma casa cedida pelo capitão João Pereira da Cruz. Neste mesmo ano, através de recursos obtidos junto à população, foi adquirida uma casa antiga para que nela fossem instaladas a Câmara Municipal e a cadeia. O edifício teve sua construção iniciada no ano de 1857 e só ficaria pronto em 1861. Quando foi inaugurado, teve como seu 1º presidente o comendador Joaquim José Ferraz de Oliveira, o Barão de Guapi. Por ordem do engenheiro da província, Manuel de Frias e Vasconcelos, a casa que abrigava a Câmara recebeu reformas e um grande jardim público foi feito em sua frente. As mudanças feitas em 1870, deram à Câmara de Barra Mansa o título de a melhor de toda a província. Imponente edifício de linguagem neoclássica, é valorizado pelo requinte no tratamento das fachadas, com a presença ritmada de vãos em arco pleno, individualizados em panos verticais pela seqüência de pilastras com delicados capitéis. A cobertura é arrematada em toda a extensão por balaustrada contínua e frontão central com os símbolos da República. No ano de 1914, quando Barra Mansa conheceu seu primeiro prefeito nomeado, o Engº João Luis Ferreira, a câmara cedeu a parte térrea de seu prédio para que nele se instalasse também a Prefeitura, o que perdurou por 70 anos, até 1984. Atualmente, abriga em seu pavimento térreo a Biblioteca Municipal, e em seu pavimento superior, o Museu da História de Barra Mansa.


Parque Centenário

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O terreno onde hoje se encontra o Parque Centenário, no início da primeira metade do século XVIII, era apenas um brejo, trazendo assim um desconforto para população que sofria com o mal cheiro e os mosquitos. O então presidente da Câmara Municipal, Joaquim Leite Ribeiro de Almeida, convidou o botânico francês August François Marie Glaziou, para fazer o projeto do Parque. Após a conclusão do projeto em 1874, Glaziou deu início ao plantio do local com as várias mudas trazidas de outros países, como a canforeira do Ceilão, as figueiras da Índia, as palmeiras Imperiais das Antilhas, as esterculas fétidas da China e as primeiras mudas de eucaliptos australianos que foram plantadas no Brasil. O projeto inspirado nos parques franceses, com um lago e uma ponte chinesa, contava ainda com um coreto para as apresentações musicais e quatro estátuas em porcelana de Sevres, colocada uma em cada canto do parque, representando as quatro estações do ano. Com o passar dos anos, o parque foi descaracterizado pelas inúmeras reformas feitas, fazendo com que desaparecessem as quatro estátuas em porcelana, e chegando ao ponto de ter em seu interior, banheiros públicos e quadra de esportes, mas felizmente essas construções já não existem, graças a última reforma feita em 1991 que contou com o trabalho do paisagista Burle Marx. O Parque inicialmente conhecido como "Jardim de Baixo", já que havia o "Jardim de Cima" no largo da Matriz, recebeu o nome de "Parque Centenário" em 1922, em homenagem ao centenário da Independência do Brasil, algum tempo depois mudou-se a denominação para "Praça Feliciano Sodré", em homenagem ao então governador do estado. Mas em 1932 no ano do centenário de Barra Mansa, o então prefeito Izimbardo Peixoto, através de Lei Municipal, devolveu o nome de "Parque Centenário". Hoje, o visitante poderá encontrar no Parque, o antigo Coreto para apresentações musicais, dois monumentos, um em homenagem ao fundador da cidade, Custódio Ferreira Leite, e o outro em homenagem ao primeiro centenário do município, e também 36 espécies arbóreas, e algumas espécies de animais, entre eles a Preguiça, animal esse que faz com que o Parque seja popularmente chamado de “Jardim das Preguiças”.

Distrito de Rialto

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Igreja do Divino Espírito Santo - A igreja teve sua construção iniciada em 1833 e concluída em 1887, no local onde havia uma capela. Desde essa data, vem recebendo reparos e reformas que, possivelmente, podem ter alterado as linhas arquitetônicas da fachada, apesar de ter o interior conforme o traçado original. O distrito teve origem por volta de 1795, quando ainda era apenas uma aldeia de índios puris, entre o rio bananal e o rio turvo. Em 1944 seu nome passou a ser somente Distrito de Rialto, mas também já foi conhecido como: Divino Espírito Santo da Barra do Turvo, Curato do Divino Espírito Santo da Barra do Turvo, Freguesia do Divino Espírito Santo da Barra do Turvo e Distrito do Espírito Santo. Rialto era um lugar de passagem de tropeiros e de grandes produtores da região. Rialto, foi grande produtor de café, respondendo em 1850 com suas 160.000 arrobas, por cerca de 21% da produção do município que era de 760.000 arrobas, equivalentes a 11.400 toneladas. Para a expressiva produção de café, Rialto contava com dezenas de fazendas, sendo que algumas delas produziam, individualmente, mais de 10.000 arrobas de café por ano, produção considerável dentro do contexto cafeeiro do vale do Paraíba. Poucas fazendas da época resistiram ao tempo. Atualmente, vivem no distrito cerca de mil pessoas. Uma comunidade rural com a economia baseada na pecuária leiteira. A praça central é o ponto de encontro dos moradores, um espaço democrático para colocar a conversa em dia.
A mais antiga residência remanescente das habitações rurais do Distrito.
Fazenda Conceição das Palmeiras - Construída em 1895, encontra-se com todas as características arquitetônicas da época. A casa sede não é um casarão senhorial como outros da região, é mais simples e singela, porém grande, proporcionalmente ao tamanho da propriedade.
Fazenda São José - Denominada no passado como Fazenda do Turvo, data do final do século XIX, se encontra em precário estado de conservação.

Distrito de Nossa Senhora do Amparo

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A sede do distrito de Amparo, possui ainda, através de vários exemplos arquitetônicos, os vestígios d seu passado glorioso quando concentrava em suas terras grande parte da produção agrícola da região sul fluminense. O desenvolvimento econômico na época permitia que Amparo se destacasse como palco de saraus elegantes e acontecimentos sociais para os quais acorriam osmais ilustres titulares da corte.
Igreja de Nossa Senhora do Amparo - Construída por iniciativa do Visconde do Rio Bonito, então Presidente da Província do Rio de Janeiro, sua fachada elegante e sem excessos de adornos é um bom exemplo da arquitetura neoclássica religiosa. O prédio mantém-se em bom estado de conservação e não sofreu nenhuma alteração interna ou externa.
Casa do Barão do Amparo - A casa, que pertenceu ao Barão do Amparo, está localizado no centro do distrito de Nossa Senhora do Amparo, em frente à igreja de mesmo nome. À sua direita, a antiga "Rua Direita", hoje rua Comendador Luís Pereira de Castro, com calçamento feito de pedra, pela mão de obra escrava da época. Não se tem conhecimento do ano de sua construção, entretanto, na entrada há a inscrição de uma data - 1870, data provável da conclusão das obras.A casa foi um reduto de Barões do áureo tempo do café. sua fachada principal se compõe de uma porta central em folha dupla de madeira e verga em arco pleno. simetricamente à porta, três janelas em folha dupla de madeira e verga em arco pleno. Cimalha com adornos, beiral e platibanda ladeando o frontão triangular, no eixo central, com desenhos no centro. as paredes da casa são grossas e embutem as janelas e portas, em seu interior, quando abertas. No teto os cômodos, estuque de gesso. Nos fundos da casa, um corredor de janelas formando um jardim de inverno.
Casa de porão alto - Construído em 1836, é um modelo de implantação urbanística de origem no período colonial. Além de suas funções de ordem prática, era um recurso para demonstração de status social, considerando que os proprietários ficavam acima do nível das pessoas comuns ou de menor poder aquisitivo.
Artesanato Stella Carvalho - Construído pela Associação das Damas de Caridade de Amparo, em 1981. Entre seus objetivos estão o incentivo às habilidades artesanais e a facilitação do acesso ao mercado de vendas, cujos resultados revertem para as artesãs, como uma espécie de cooperativa.
Fazenda Crissiuma - A bela sede da fazenda, construida em estilo clássico, foi erguida em 1872, segundo emblema em sua fachada. O nome Crissiuma vem de um tipo de mato rasteiro, espécie de bambu fino, que era muito comum nessa região. Os primórdios da fazenda se enraizam na primeira metade do século XIX, quando Manuel Gomes de Carvalho, português enpreendedor, requereu uma sesmaria no Amparo, Manuel que em 1867 foi agraciado pelo Imperador com o título de Barão do Amparo.

Fazenda Ano Bom

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Fundada pelo Coronel Custódio Ferreira Leite, muito antes de 1820, a fazenda do Ano Bom foi uma das mais belas e importantes fazendas que já existiu em Barra Mansa.

Vista Parcial - décadas de 40, 50, 60 e 70

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1861 - A imagem mais antiga do município.

Personagens da História Barramansense

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The Brothers - Ney, Serginho, Betinho, Waldir, Coelho e João Batista (anos 70)

1948 - Expresso Barra Mansa (fazendo entrega na Cia. Nestlé)

03 de outubro de 1970 - desfile cívico, com a esquadrilha da Fumaça

1965 - The Blue Jet's - José Rosa, Carlos Rosa, Paulo Cesar, Paulo Guilherme e Roberto Medeiros.
Caminhões da Expresso Barra Mansa, situava-se na rua São Sebastião nº29

1968 - Os Falcões Reais - Hiran Guimarães, Paulo Sérgio, Moacyr Guimarães, Fernando Luiz, Auriston e Antônio Carlos.
1940 - Ônibus da Viação Barra Mansa
1968 - Os Dinâmicos - Jeferson, João Paulo, Juarez, Celinho e Paulo Antônio (se apresentando no Minas Esporte Clube)
1923 - Piquenique no Parque Centenário
Década de 40 - Salão de bilhar do bar Recreio
1955 - Vencedores da corrida de bicicleta.
1966 - Os Batokens - Antônio, Chiquinho, Luiz Carlos e Jeferson Barra Mansa F.C. - Campeão invicto de 1947
1938 - Inauguração do serviço de bombeiros, em frente ao bar São Luiz.

1956 - Ex Prefeitos: Izimbardo Peixoto (de terno branco) e Leonísio Sócrates Baptista (de terno preto e óculos escuros)
Na foto, em pé, da esq. para a direita: João Braune, Felipe Valiante, Carlos Alberto Menezes, Antônio Lourenço e Fedoca
Na foto, sentados, da esq. para a direita:
Ataulpho Pinto dos Reis, Esperidião Geraidine, Sebastião Silva e Henrique Braune Zamith
1970 - Miss Brasil Eliane Thompson, a Sra. Doricléia Pineschi, e a Miss Barra Mansa Marilene Cotia.
Anos 20 - Corrida de bicicletas, em frente a praça Ponce de Leon.

Década de 30 - Bandeira da Sociedade Operária de Barra Mansa, a 1º fundada na cidade. Vêem-se na foto: Zacarias Ferreira, Manoel Benedito e José Pereira
1933 - Café e Bar São Luiz - Av. Joaquim Leite
Entre outras pessoas, Sr. Curi, Sr. Cristóvão Moreira e Sr. José Rocha, na praça do então 8º distrito de Barra Mansa, hoje a cidade de Volta Redonda.

Pessoas que contribuíram para o progresso de B.M.: Mário Pinto dos Reis, Arthur Chiesse, Henrique Braune Zanith, Mamede Fróes de Andrade, Carolino Lengruber, Catão Couto Júnior, Narbal Coutinho, Nêgo Chiesse, entre outros..
Anos 50 - Visita do Presidente Getúlio Vargas e do Governador de São Paulo, Ademar de Barros, à Barra Mansa.
Posse do prefeito Mário Pinto dos Reis - 1936
Time de basquete do Moinho Esporte Clube - 1942
Concentração política em frente a Igreja Matriz, ao centro, com a ata na mão, o Dr. Luiz Carneiro de Campos Ponce de leon - 1915

Relógio da Matriz de São Sebastião

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Doado pelo Dr. Joaquim da Oliveira Machado, há 134 anos o relógio vem contando os minutos e as horas da existência da nossa querida cidade, desde a sua instalação no ano de 1875. Jamais apresentou defeito de fabricação, se as vezes por breves períodos deixou de funcionar, as falhas jamais foram-lhe atribuidas, mas sim a algumas das pessoas incumbidas de sua manutenção.

Cine Palácio

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Cine Teatro Éden

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"O prédio definitivo do Éden, construído pelo capitão Esperidião Geraidine, era na minha opinião, o mais bonito que houve em Barra Mansa, ele foi inaugurado no ano de 1929, tinha 504 lugares na platéia, 70 lugares distribuídos em 14 camarotes e 150 lugares na geral..., que às vezes o pessoal brincava dizendo que era o puleiro..."
(trecho da entrevista com sr. Antônio Leal, realizada em 2002, o sr. Leal foi responsável pela programação dos cinemas da cidade durante os anos de 1958 - 68)

Avenidas e Ruas da Cidade

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Av. Joaquim Leite
Av. Joaquim Leite Av. Joaquim Leite - década de 50
Av. Domingos Mariano
Av. Domingos Mariano
Av. Domingos Mariano
Av. Domingos Mariano
Av. Domingos Mariano
Estrada que liga Barra Mansa à Volta Redonda - anos 50
Av. Joaquim Leite
Av. Joaquim Leite
Av. Joaquim Leite - 1916
Av. Joaquim Leite - 1942
Av. Joaquim Leite - 1920
Av. Joaquim Leite - anos 60
Av. Joaquim Leite - anos 50
Av. Joaquim Leite
Av. Nilo Peçanha - 1946
Rua Ary Fontenelle
Rua Ary Fontenelle
Rua Ary Fontenelle

Praças...

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Construção da Praça das Nações Unidas - década de 60
Praça Ponce de Leon - década de 40

Praça da Liberdade - 1960

Memória Escolar...

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1949 - Cruzada Eucarística - meninos e meninas com o diretor do Colégio Verbo Divino, o padre Alberto 1941 - Alunos do Colégio Verbo Divino
1932 - Grupo Escolar Fagundes Varela - na foto: a diretora Maria Luiza Gonzaga e professoras, o interventor do estado, o promotor público, e de terno branco o ex prefeito Izimbardo Peixoto.
Colégio Sagrado Coração de Jesus, existia na rua São Sebastião - Na foto: o professor Sebastião Klen e seus alunos. Primeira turma de datilografia - 1928
Primeira turma do Colégio Estadula Baldomero Barbará - 1956
Externato Santo Antônio - 1946
Escola doméstica Cecília Monteiro de Barros
Ginásio Municipal Escola Normal - anos 30
Grupo Escolar Honorato de Carvalho

Antigos prédios e casarões.

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Extinto prédio da Biblioteca Municipal, ao lado da Igreja Matriz.

Grande Hotel - anos 40
Majestosa residência do Capitão Esperidião Geraidine
(Foi demolida para construção de um posto de gasolina)

Anos 40 - Caminhões da prefeitura em frente à antiga sede da Prefeitura Municipal, o palácio Barão de Guapi
1951 - Inauguração da Farmácia São Judas Tadeu ( hoje no local está a Caixa Econômica Federal)
1927 - Asilo da Mendicidade
Armazém Pereira - 1924
Extinto Hotel São Pedro - Era localizado na esquina da rua Rio Branco, hoje no local funciona um salão.
1956 - Casa Gonzaga, hoje é a Camisaria Pinguim.
Extinto Hotel Careca
1924 - Armazém do Sr. Emílio Carreira (em pé, na porta, de branco), posteriormente foi o bar Chevrolet, e hoje no local, se encontra o supermercado Bramil.
Cia. Neslté - 1939
Santa Casa de Misericórdia - 1914
Prédio da Associação Comercial - 1945

Desfiles...

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03 de outubro de 1949
07 de setembro de 1960

7 de Setembro de 1953

7 de setembro de 1960

1957

1935
3 de Outubro de 1949 - desfile do Minas Esporte Clube

Desfile comemorativo ao Centenário da cidade.
Desfile Militar 1945
Alunos da extinta escola Santo Antônio

Alunos do colégio Verbo Divino

Pontes

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Construção da Ponte dos Arcos, que começou em 1956 e terminou em 1958. Inicialmente se chamou ponte Salo Brand, depois denominando-se Ponte Ataulfo Pinto dos Reis.

Ponte Férrea - bairro Roberto Silveira - 1943
Inauguração da Ponte Nilo Peçanha - 1905
Ponte Mauá - bairro Saudade, anos 40

Ponte Ataulfo Pinto dos Reis (ponte dos arcos)

Rio Barra Mansa

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O rio Barra Mansa (de onde originou-se o nome do município) é um rio brasileiro dos estados de Rio de Janeiro e São Paulo. Tem sua nascente no município de Rio Claro, sendo pertencente à bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, já que desemboca neste rio na altura do município de Barra Mansa.

Francisco Gonçalves de Carvalho - Primeiro habitante de Barra Mansa

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Em 1698, Garcia Rodrigues abre um caminho que passa a ser conhecido como "caminho novo", estabelecendo uma ligação mais rápida e direta com Minas Gerais. Outros caminhos foram abertos: a variante do caminho novo em 1722, a variante do tinguá e o caminho de São Paulo em 1733, também recebendo tropas carregadas de ouro vindas de Goiás e Mato Grosso. Apesar da abertura desses novos caminhos e da intensificação do tráfego de tropeiros e aventureiros pelo interior, a ocupação do estado do Rio é praticamente costeira até meados do século XVIII, quando um grupo restrito de colonizadores subiu a serra e alcançou a região do vale do paraíba. Nesse período, no local do encontro do rio paraíba do sul e do córrego chamado de barra seca ou barra mansa, será fundada, por Francisco Gonçalves de Carvalho, a fazenda da posse, numa sesmaria doada pelo vice-rei d. Antônio Alvares da Cunha, em 1764. O primeiro morador de que se tem notícia na localidade que viria a ser o município de Barra Mansa quase um século depois recebeu suas terras para a produção de mantimentos e gado. A casa sede, seguindo as linhas simples do estilo colonial brasileiro, foi concluída por volta de 1768. Fonte: Exposição História Viva

Fotos antigas de Volta Redonda (ainda distrito de Barra Mansa)

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Ponte de madeira sobre o Rio Paraíba do Sul - Aterrado
Construção da antiga Estação Ferroviária de Volta Redonda - 1945

Bairro Conforto
Balança da CSN
Construção da Praça Brasil
Construção do Cine 9 de Abril
Construção do Escritório Central
Rua 33 na Vila Santa Cecília - 1946